Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara
AV. PROF. EDITE ALVES DE SOUZA, SN, SN PREDIO. CENTRO. 46980-000 Iraquara – BA.



Edson Bastos é natural de Ipiaú-BA. Mestre pelo Pós-Cultura – Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade do IHAC – Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA – Universidade Federal da Bahia (2024). Especialista em Gestão Cultural Contemporânea: da Ampliação do Repertório Poético à Construção de Equipes Colaborativas pela Escola Itaú Cultural (2024). Especialista em Audiovisual pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz (2010). Graduado em Comunicação Social com habilitação em Cinema e Vídeo pela FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciências (2007). Roteirista, produtor executivo e diretor dos curtas Veras (2006), Joelma (2011) Melhor curta no Festival Mix Brasil de 2011, vencedor do Prêmio ABCV do VIII Panorama Coisa de Cinema, prêmio de Melhor Ator para Fábio Vidal no III For Rainbown, avaliado pelo Estadão como “um documento importante para a cinematografia LGBT do país”, além dos curtas Cine Éden (2013), É proibido menino calçado entrar na escola (2013), Astrogildo e a Astronave (2016) e Ícone (2021). Produtor Executivo dos curtas O velho e os três meninos (2012), O filme de Carlinhos (2014) e Maic não quer cruzar (2024). Também roteirista, produtor executivo e diretor dos Telefilmes A professora de música (2016) e Dr. Ocride (2018) eleito Melhor Longa Baiano pelo Júri Jovem e Melhor Longa Baiano pelo Júri APC BAHIA – Troféu Marielle Franco no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema e de “Cinema de Amor” (2019), ganhador de 03 prêmios no XV Panorama Internacional Coisa de Cinema: Melhor Longa Baiano – Júri APC, Melhor Longa Baiano – Júri Jovem (Troféu João Carlos Sampaio) e Melhor Longa Baiano – Júri Oficial. Diretor de Produção da série Agbara Dudu: Narrativas Negras (2022 e 2025). Diretor Artístico, curador e idealizador do FECIBA – Festival de Cinema Baiano (2011-2016; 2021; 2024) e do Circuito Cine Éden (2014, 2017, 2020 e 2025). Parecerista da Secretaria de Audiovisual – SAV/MINC de projetos da Lei de Incentivo à Cultural (Lei Rouanet). Cineasta, roteirista, produtor, diretor, curador, gestor, pesquisador, parecerista e sócio administrador da Voo Audiovisual.

Escritor, roteirista, diretor, cineasta, nasceu em 23 de Maio de 1991, na cidade de Aragarças – GO. Graduado em Cinema pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e em Letras pela Universidade Federal do Mato Grosso. Co-fundador da Ato3 Produções, produtora independente de Cinema da cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia. Assina Roteiro, Direção e Produção Executiva de Alice dos Anjos, longa-metragem Infanto-Juvenil vencedor de seis prêmios no 54º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Melhor Direção, Melhor Filme pelo Juri Popular, Melhor Filme pela Crítica da ABRACCINE, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Maquiagem); e ainda como Produtor Executivo, trabalha em Dois Sertões, filme Documentário de Caio Resende selecionado no edital do Canal: Curta! com o Prodav 02, selecionado no 25º Festival do Rio, na 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no 18º Cine BH. Trabalha como Roteirista Principal no projeto Memórias de Sangue: O vampiro que descobriu o Brasil, série televisiva selecionada no Edital de 2018 de Desenvolvimento de Roteiro do Ministério da Cultura com o tema 200 Anos da Independência do Brasil. Assina como produtor executivo os curtas-metragens: Veneno, de Kauan Oliveira; O ovo, de Rayane Teles; O sonho de Zezinho, de Edmundo Lacerda; Bicho, de Shirley Ferreira; Território das cercas, de Ricardo Fraga; Central de Memórias, de Rayssa Coelho e Filipe Gama; Entre o ninho e as andorinhas, onde assina, também, direção e roteiro. É produtor executivo do longa-metragem O CANTO DA CIGARRA, de Rayane Teles, selecionado no Edital Prêmio Jorge Portugal na categoria de Desenvolvimento e premiado na edição de 2020 do Nordestelab. Assina a co-produção executiva dos longas AMBROSIA, longa-metragem de ficção de Vinícius Pessoa, NÃO DEIXE O SAMBA MORRER, longa documentário de Luanda Lemos e Raquel Valadares, ambos selecionados pelo edital LPG Bahia e em processo de produção e pós produção. Atualmente, está produzindo seu próximo longa-metragem ALICE LEMBRA, onde assina roteiro, direção e produção executiva. É criador e idealizador do REC CONQUISTA, projeto de fomento e produção audiovisual de jovens realizadores da cidade de Vitória da Conquista (Bahia) de forma colaborativa e sustentável; e da USINA AUTORAL, projeto de estudo e escrita criativa de roteiro em grupo. Associado a Conexão Centro Oeste, Norte e Nordeste (CONNE), atualmente, preside a diretoria da Associação do Setor Audiovisual do Sudoeste da Bahia (SASB) na gestão 2023/2025. Fez a produção geral do I Fórum Audiovisual dos Interiores da Bahia em Agosto de 2023, na cidade de Vitória da Conquista.

Aléxis Góis é um jornalista, produtor cultural, documentarista, escritor e consultor cultural. Formado em Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e possui pós-graduação em Gestão da Produção Cultural pela Faculdade Senac/BA. Góis é sócio-fundador da Cambuí Produções Ltda, uma empresa que atua na área de produção cultural na Bahia. Ele também é membro do conselho editorial da Editora Eliber, em São Paulo, e fundador da Umbu.TV.
Góis tem vasta experiência na área de produção cultural, tendo trabalhado em projetos como o documentário “”Operação Camanducaia””, a série documental “”Bahia de Fé”” e o Festival de Artes de Rua da Ilha de Itaparica. Ele também atuou como consultor em políticas públicas para prefeituras baianas e para a UNESCO/MinC.
Profissional dedicado ao desenvolvimento cultural comunitário, com habilidade em integrar comunidades, promover a diversidade cultural e criar oportunidades para a expressão artística.

Produtora executiva e realizadora audiovisual de Vitória da Conquista – BA, graduada em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com MBA em “Gestão de Projetos” e Especialização em “Gestão Cultural: cultura e desenvolvimento”. Sua carreira na área de produção se iniciou no ano de 2007, atuando nos eixos de formação, memória, difusão e produção audiovisual, resultando em diversos projetos realizados. Entre suas atuações mais recentes, estão a produção executiva, direção e roteiros dos curtas-metragens “Coleção Preciosa” e “Central de Memórias”, ambos lançados em 2021, e “Piolho” e “A Cachoeira”, lançados em 2025, tendo circulado em dezenas de festivais com suas produções. É produtora executiva do longa-metragem ficcional “Alice dos Anjos” (2022) e do curta “Sucata Esperança”(2023). Foi produtora executiva de 6 curtas realizados em 2021: “Bicho”, “Entre o ninho e as andorinhas”, “O Sonho de Zezinho”, “Veneno”, “O ovo”, “Território das Cercas”. Atualmente, está na execução de 4 projetos de longas-metragens, além de curtas, eventos, projetos de publicação e memória. É diretora executiva da SASB.

Cristiane Santana é natural de Ipiaú, Bahia. Graduada em Comunicação Social – Rádio e TV pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), possui especializações em Audiovisual (2010) e Gestão Cultural (2017). Atua como Produtora Executiva, Curadora, Parecerista e Coordenadora de Projetos Culturais e Audiovisuais desde 2009 no Núcleo de Produções Artísticas com destaque para projetos como MUSA – Mostra Universitária Sulamericana de Audiovisual, FECIBA – Festival de Cinema Baiano e Pixelando: oficinas de audiovisual. Desde 2018, é Produtora Executiva do Projeto de Ações Continuadas “”Casa de Cultura Jonas e Pilar em Buerarema”” e da Crias Culturais.
Coordenou a produção dos curtas-metragens O Velho e os Três Meninos (2012, Voo Audiovisual), O Filme de Carlinhos (2013, Voo Audiovisual), Astrogildo e a Astronave (2016, Voo Audiovisual) e do documentário média metragem Memórias do Rio Cachoeira (2012, NúProArt). Em 2024, fez produção local em Itabuna do projeto de exibição fílmica Cine Movimenta Centro, coordenou a produção do filme Ama mba’é Taba Ama, dirigido por Gláucia Soares e Nádia Akawã Tupinambá, e atuou na produção local da série As Pajés, de Carina Bini. Produtora Executiva e Diretora do curta documental “”Do Beco ao Beira”” (2025, Crias Culturais) e realizadora do projeto “”A Musa nas escolas”” (2025, Crias Culturais).
Foi conselheira titular representando o setor Audiovisual no Conselho Municipal de Políticas Culturais de Itabuna (2018-2021) e está presidente do Fórum de Agentes Empreendedores e Gestores Culturais do Território Litoral Sul da Bahia (biênio 2022-2024).

Bacharel em Cinema e Audiovisual pela UESB, co-fundadora do Coletivo Crise Coletiva e membro da SASB – Associação Audiovisual do Sudoeste Baiano, tem entre seus trabalhos o “O Fantasma de Glauber Rocha” dirigido por L.H Girarde, Yasmin atuou como co-roteirista, assistente de direção, produtora executiva e diretora de produção. A equipe recebeu o Prêmio Exibição Audiovisual 2020 – Secretaria de Cultura da Bahia e Fundação Cultural do Estado da Bahia, sendo convidado para a Cinemateca da Bahia. Destaque também para a direção de produção do curta-metragem de ficção “O Ovo” dirigido por Rayane Telles, premiado como Melhor filme do 29º Festival de Cinema de Vitória – Mostra Cinema e Negritude e Melhor Direção de Produção no Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Yasmin também se envolveu na pós-produção do longa-metragem “Rosa Tirana” dirigido por Rogério Sagui, entre os prêmios, está o Especial do Júri no XVI Panorama Internacional Coisa de Cinema. No curta “Feira é Brasil” ocupa as funções de produtora executiva, co-diretora e roteirista, o filme está sendo utilizado em salas de aula como material de apoio à educação sobre sustentabilidade internacionalmente. No último ano, assinou a Direção de Produção do “Agora que está tudo Acabado” dirigido por Rogério Luiz, Filipe Gama e Rafael Oliveira, sobre a mineração na região de Boquira – BA, recentemente compôs as equipes de produção do longa-metragem Alice Lembra e do Menino que Carregava Água na Peneira, ambos de Daniel Leite Almeida, além de desenvolver o roteiro do longa-metragem “O Lixo Não Some” sobre lixões a céu aberto na Bahia.

Elson Rosário, Ilhéus-Bahia (1962), atua na área de Artes como gestor e produtor cultural há 46 anos, em diversos segmentos artísticos-culturais: Teatro, Dança, Ópera, Música, Cinema e Audiovisual.
Graduado em Engenharia Agronômica pela UFBA (1983), participou do 1º Curso de Desenvolvimento e Gestão Ambiental Região Sul da Bahia (Pós-Graduação Lato Sensu) realizado pela FESPI / NIMA-UFBA / CRA / CEPLAC (1991/1992).
É especialista em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo Centro Universitário SENAC-SP (2015) e sócio proprietário da empresa Celeiro Cultural Produções Artísticas Ltda, fundada em Ilhéus, Bahia em 1999.
Ator, cantor, cineasta, compositor, professor e pesquisador livre, Elson Rosário participou de 62 obras audiovisuais de diversos formatos e gêneros ao longo de sua carreira profissional com premiada trajetória de 41 anos no cinema e audiovisual

Jornalista formado pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Atualmente, é diretor de operações e desenvolvimento institucional do Conquista Repórter, coordenador de comunicação da Umbuzeiro Filmes e assessor de imprensa freelancer. Também integra o Coletivo POC e atua como assistente de desenvolvimento institucional nos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA), programa social para o qual presta serviços de assessoria de comunicação, produção cultural, gestão de parcerias e captação de recursos.

Vinícius Pessoa é aficionado pelo fazer cinematográfico. Formado em cinema e audiovisual pela UESB, iniciou sua carreira como produtor e diretor com curtas metragens como “Passarinho” (2020), “Pater” (2022) e “Isso Não é um Kit Gay” (2023), passando por festivais como no 11o CineFantasy, 14o JOSIAH Media Festival, XVI Panorama Internacional Coisa de Cinema, Guarnicê, entre outros.
Em 2020, juntamente com os sócios Marina Oliveira e Saulo Goveia, funda uma produtora de cinema no interior da Bahia, a Retratos Filmes, e, a partir daí, produziu os curtas “Tarde com amanhã” (2022) de Saulo Goveia, “Acesso” (2023) e “Filhos do Sol” (2023) em parceria com o canal Futura e disponíveis na Globoplay, a websérie “A Cova” (2022) de Luas Vianna, financiada pelo edital Cultura na Palma da Mão do Estado da Bahia. Em 2024 gravou seu primeiro longa ficcional como produtor e diretor: “Ambrosia: O manjar dos Deuses”, financiado pela Lei Paulo Gustavo. O longa contou com elenco de peso como Neusa Borges, Tony Tornado e Tânia Toko. Em 2025 lançou nos cinemas o longa documental “O Silêncio das Palmas”. Entre 2024 e 2025 produziu cerca de 8 curtas metragens de diretores e diretoras baianos, atualmente em pós produção.

Produtor audiovisual de Feira de Santana desde 2017, produzindo audiovisual em multiplataformas, filmes, contudo de redes, clipes, no inicio de 2020 criei o canal Contramão que produz materiais audiovisuais para artistas da musica de Feira, a partir da campanha de 2022 conheci a Bahia e interiorizei as produções da minha produtora para produções médias-pequenas do interior do estado alcançando mais de 30 municípios da Bahia com produções audiovisuais.

Luas Vianna é realizador audiovisual e diretor de arte em formação, estudante de Cinema e Audiovisual na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Sua trajetória no cinema é atravessada pela construção estética e pelo pensamento visual, com atuação concentrada na direção de arte, figurino e ambientação.
Assina a direção de arte do longa-metragem Quando Olhei pela Janela o Sol Sorriu pra Mim (2027), de Vinicius Pessoa, e dos curtas-metragens Amanhã Vai Ser Melhor (2022), de José Guilherme, e Rouxinol (2026), de Saulo Goveia. Nesses projetos, desenvolve propostas visuais ancoradas na relação entre território, corpo e memória, articulando cor, textura e espacialidade como dispositivos narrativos. Atuou na produção e assistência de arte em diversos projetos, entre eles os longas Ambrosia: O Manjar dos Deuses (2027), de Vinicius Pessoa, Alice Lembra (2027) e O Menino que Carregava Água na Peneira (2026), de Daniel Leite Almeida. No campo do curta-metragem, integrou equipes de obras como Pater (2022), de Vinicius Pessoa, Sem Nome e Nem Endereço (2021), de Amaral Mateus, O Que se Cala (2023), de Denis Martins, Uma Tarde com o Amanhã (2022), de Saulo Goveia, O Fim da Eternidade (2026), de Vinicius Pessoa, e Cabeceira (2026), de Rayane Teles.
Foi responsável pelo figurino do curta-metragem Veneno (2022), de Kauan Oliveira, compreendendo o vestuário como extensão simbólica da dramaturgia e das atmosferas visuais. Atuou também como fotógrafo de still e making of no longa documental O Silêncio das Palmas (2025), de Vinicius Pessoa, expandindo sua prática para o registro dos processos e da construção imagética.
Como realizador, dirige e roteiriza seus próprios projetos, como o curta ACESSO (2023) e a série documental A COVA (2022), experiências que atravessam diretamente sua abordagem na direção de arte, consolidando um olhar onde estética e narrativa operam de forma indissociável. Seu trabalho se estrutura na criação de universos visuais comprometidos com contextos sociais e territoriais específicos, com atenção às materialidades, aos gestos e às memórias que atravessam a cena.

Diretor de arte, roteirista e produtor, Saulo Goveia é aficionado pela excelência profissional e pelo desenvolvimento artístico. Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, desde a graduação participou de vários cursos, oficinas, workshops e projetos no campo do cinema e audiovisual.
Assina a direção de arte do filme “Retratos de um Adeus”, selecionado no festival de Cinema de Caruaru, Festival de cinema del Cefalú, Festival Cine em transe, premiado com melhor direção de arte e melhor filme universitário. Participou como produtor de objetos assistente, do longa “Alice dos Anjos” longa metragem de Daniel Leite, tendo alcançado diversos festivais nacionais e indicações em premiações importantes, como Festival de Brasília (sendo premiado com melhor direção de arte, figurino e maquiagem).
Assina a direção de arte do filme Passarinho, premiado com melhor direção de arte de filme independente no Cine em transe e do filme Pater, licenciado para a TVE Bahia, e do clipe “Almas anônimas”, selecionado no The Lift-Off Sessions 2020, filmes de Vinícius Pessoa. Assina a direção de arte dos curtas: “O ovo” de direção de Rayane Teles, vencedor de melhor direção de arte no IV Griot (Festival de cinema negro contemporâneo). “Veneno” de direção de Kauan Oliveira e “Entre o ninho e as andorinhas” de direção de Daniel Leite Almeida, filmes selecionados em festivais nacionais e internacionais. E “O cântico da rasga mortalha” de Luas Vianna e “Cabeceira” de Rayane Teles projetos em finalização. Assina a direção de arte dos longas “Ambrosia”, de Vinícius Pessoa, “Alice lembra” e “O menino que carregava água na peneira” , de Daniel Leite. Longas-metragens em pós produção. Atualmente desenvolve e ministra oficinas de direção de arte e participa de diversos projetos em desenvolvimento, além de desenvolver projetos autorais no audiovisual.

Graduando em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e integrante da equipe do Janela Indiscreta Cinema e Audiovisual — gerenciando atividades como o Podcast Janela na Programação, além das atividades de exibição e difusão audiovisual. No Festival Poca Zói de Cinema Universitário, Mostra de Cinema Conquista, Cine POC LGBT+, Mostra de Cinema de Direitos Humanos e XII Colóquio do Museu Pedagógico atua como assistente de produção, produtor formativo e técnico de exibição. Diretor e roteirista do curta-metragem “Liturgia” (2025), orçamentado através da lei de incentivo ao audiovisual Paulo Gustavo.
Integrou as equipes audiovisuais de “Intensidade” (2022, Guilherme Barreto) e “Janeiro” (2023, Pipa), onde assina o setor de caracterização; em curta-metragens como “A Menina Que Escolheu Seu Próprio Nome” (2022, Letícia da Hora), “Makena” (2022, Arno Bukanowsky) e “Adeus, Glória” (2023, Débora Galdino), em quais assina como diretor de arte, maquiador e figurinista; média-metragens como “Rebuliço” (2023, Hudson Simões) e “Lugar Errado” (2023, Gabriel Piloto). Sendo, também, parte da equipe de caracterização do longa-metragem “Alice Lembra”, de Daniel Leite.

Nascida em Macaúbas-BA, Ana Júlia Ribas é bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, curso concluído em 2016. Tem em seu currículo cursos como o “Seminário do Cinema Brasileiro: Fatos e Memória na 9ª CINEOP-Mostra de Cinema de Ouro Preto” e a “Oficina de Fotografia do Projeto Educacional da Área de Ciências Humanas e Suas Tecnologias – Ressignificando a Cultura Regional”. Como profissional, atua em diversas áreas da produção audiovisual: filmagem, direção, montagem e edição, com experiência em projetos culturais, publicitários e institucionais, tais como a série de aulas online “Projeto SESC Jazz – Universo Percussivo Baiano”, para o SESC São Paulo, na função de operação e direção de câmera e edição dos episódios. No média-documentário “Gabi Guedes: Música e Ancestralidade”, filme patrocinado pela Natura Musical, Fazcultura e Governo do Estado da Bahia, atuou na filmagem, edição e montagem. Recentemente, através do Edital Paulo Gustavo Macaúbas-BA, dirigiu o curta-documentário “Entre Tramas e Sambas: A Arte da Palha do Licuri”, assumindo a mesma função no curta-documentário “Raízes e Rituais: A Intersecção da Arte, Cultura e Fé no Candomblé”. No mesmo edital, codirigiu o curta-documentário “Cânticos de Despedida: A Encomendação das Almas”, assumindo a mesma função no curta-documentário “Tramas de Coqueiro: Artesãs do Buriti”. Também possui grande experiência na captação e edição de espetáculos culturais e musicais como “Caetano Veloso e Orquestra Rumpilezz”, “Erasmo Carlos – Piano & Voz”, “Mateus Aleluia – Afrobarroco em Palestra Musical – Cantos do Recôncavo”, “Pradarrum – Saudação às Matriarcas – Carnaval do Pelô” e diversos outros. É sóciafundadora da Alfazema Filmes, fundada em 2018, e integra a Maicé Produções.

Nascida em Macaúbas-BA, Ana Júlia Ribas é bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, curso concluído em 2016. Tem em seu currículo cursos como o “Seminário do Cinema Brasileiro: Fatos e Memória na 9ª CINEOP-Mostra de Cinema de Ouro Preto” e a “Oficina de Fotografia do Projeto Educacional da Área de Ciências Humanas e Suas Tecnologias – Ressignificando a Cultura Regional”. Como profissional, atua em diversas áreas da produção audiovisual: filmagem, direção, montagem e edição, com experiência em projetos culturais, publicitários e institucionais, tais como a série de aulas online “Projeto SESC Jazz – Universo Percussivo Baiano”, para o SESC São Paulo, na função de operação e direção de câmera e edição dos episódios. No média-documentário “Gabi Guedes: Música e Ancestralidade”, filme patrocinado pela Natura Musical, Fazcultura e Governo do Estado da Bahia, atuou na filmagem, edição e montagem. Recentemente, através do Edital Paulo Gustavo Macaúbas-BA, dirigiu o curta-documentário “Entre Tramas e Sambas: A Arte da Palha do Licuri”, assumindo a mesma função no curta-documentário “Raízes e Rituais: A Intersecção da Arte, Cultura e Fé no Candomblé”. No mesmo edital, codirigiu o curta-documentário “Cânticos de Despedida: A Encomendação das Almas”, assumindo a mesma função no curta-documentário “Tramas de Coqueiro: Artesãs do Buriti”. Também possui grande experiência na captação e edição de espetáculos culturais e musicais como “Caetano Veloso e Orquestra Rumpilezz”, “Erasmo Carlos – Piano & Voz”, “Mateus Aleluia – Afrobarroco em Palestra Musical – Cantos do Recôncavo”, “Pradarrum – Saudação às Matriarcas – Carnaval do Pelô” e diversos outros. É sóciafundadora da Alfazema Filmes, fundada em 2018, e integra a Maicé Produções.

Caique possui formação em Sistemas de Informação pela UNIFTC e desempenha a função de Designer de Sites na IDConteúdos. Sua atuação é pautada pela integração entre design e tecnologia, resultando em soluções digitais eficientes e visualmente atraentes.




