Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara
AV. PROF. EDITE ALVES DE SOUZA, SN, SN PREDIO. CENTRO. 46980-000 Iraquara – BA.



Thaís Kokama é artista, comunicadora e empreendedora cultural do povo Kokama, da Aldeia Inhaã-bé, em Manaus (AM). Idealizadora do Cine Aldeia, a primeira sala de cinema indígena do Brasil, atua na valorização da identidade e da arte amazônica por meio de projetos que unem ancestralidade, sustentabilidade e inovação. Thaís desenvolve ações que fortalecem o empreendedorismo indígena e a economia criativa da floresta, com foco em moda, pintura corporal e audiovisual. Sua trajetória destaca o poder da arte como ferramenta de resistência, educação e transformação social.
@thaiskokama

“Divino Tserewahú, nascido em 1974 e pertencente ao povo Xavante da aldeia de Sangradouro (General Carneiro, MT), é um pioneiro do cinema indígena brasileiro. Ele iniciou sua jornada cinematográfica em 1990, dando continuidade ao trabalho de seu irmão após a comunidade Xavante de Sangradouro receber sua primeira câmera VHS, focando inicialmente na produção e registro de cerimoniais para a aldeia. Sua primeira experiência profissional ocorreu entre 1995 e 1996, como parte da equipe do Programa de Índio, uma série de TV da Universidade Federal do Mato Grosso. Em 1997, Tserewahú aprofundou sua formação ao participar do primeiro encontro e oficina de cineastas indígenas do Brasil, organizado pelo Vídeo nas Aldeias no Parque Indígena do Xingu. Entre 2001 e 2002, ele obteve uma vaga, por intermédio do Vídeo nas Aldeias, para estudar na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba, onde se capacitou em áreas como edição, roteiro de documentário e ficção, e animação. O trabalho de Divino Tserewahú, reconhecido por sua importância e pioneirismo, tem sido premiado em diversos festivais nacionais e internacionais, e é frequentemente objeto de estudo acadêmico no Brasil. Entre seus principais filmes estão o premiado “Wapté Mnhõnõ, A Iniciação do Jovem Xavante”, “Waiá Rini, O Poder do Sonho” (2001), “Daritidzé, Aprendiz de Curador” (2003), “Sangradouro” (2009) e “PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem nome”.

Doutorando no programa de Pós-Graduação em Cinema Audiovisual na Universidade Federal Fluminense 2025. Mestre no Programa de Pós-Graduação em Cinema de Audiovisual na Universidade Federal Fluminense. 2023. Cineasta indígena da etnia Guarani Nhandewa, nascido na aldeia Porto Lindo, Mato Grosso do Sul. Professor e tradutor de Guarani, ministra curso de formação de cineastas indígenas. Desde sua estreia em 2010, Alberto realizou mais de 20 documentários, entre eles “Karai ha’egui Kunhã Karai ‘ete”/”Os verdadeiros líderes espirituais” (2014), “O último sonho” (2019) e “Guardião das Memórias” que foi exibido na 21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil em 2020; os longas-metragem Kunhangue Arandu: a Saberdoria das Mulheres, (2021) Yvy Pyte – Coração da Terra, do Projeto Itaú Cultural/Rumos, 2023. Ganhador de vários prêmios: no Forumdoc, em Belo Horizonte; no Doclisboa, em Lisboa, em 2022. Professor de curso de cinema audiovisual para o projeto Vidas Indígenas no Maranhão entre povos Ka’apor e Awa Guaja, Maranhão – Pelo Museu da Pessoa. Um dos autores Falas da Terra Especial, em 2021, da TV Globo. Direção de documentário longa-metragem Motyrõ, em andamento. Participou do Projeto Financiado Mondes Americains – EHESS (França/Paris), 2023. Direção de filmagem do Projeto Futuro da Terra, série de 3 episódios, para o Itaú Cultural Play, 2023. Professor de Oficina de Produção de cinema audiovisual na TI Ava Guarani do Ocoy, entre 15 e 21 de abril de 2024. São Miguel do Iguaçu – PR. Projeto,CI-PBA da IE Ivaí. Professor de Oficina de Produção de cinema audiovisual na TI Ava Guarani na Tekoha Guasu Guavira, entre 16 e 21 de julho de 2024. Terra Roxa – PR. Projeto,CI-PBA da IE Ivaí. Professor de Oficina de Produção de cinema audiovisual na TI Ava Guarani na Tekoha Guasu Guavira, entre 18 e 22 de novembro de 2024. Guaíra – PR. Projeto,CI-PBA da IE Ivaí.

